Medita
par Newton Mendonça e Antônio Carlos Jobim (1958)
Traduida de la lingua portuges par Michel Gaillard
El ci ia crede tan
a la ama, al surie e al flor
alora ia sonia, sonia
e ia perde la pas
La ama, la surie e la flor
desformi subita, tan pronto…
El ci, en sua cor,
ia refuja la tristia, vidente
ce tota esta es perdeda
e, en solitaria,
ia xerca e ia segue un via,
desfidante un dia felis…
El ci ia plora, plora
tan multe ce sua larma es ja secida…
El ci a pos reveni
a la ama, al surie e al flor
alora ia encontra tota
car la dole mesma
ia revela la via del ama
e la tristia ia sesa
Meditação – Newton Mendonça e Antônio Carlos Jobim (1958):
Quem acreditou / No amor, no sorriso, na flor / Então sonhou, sonhou… / E perdeu a paz / O amor, o sorriso e a flor / Se transformam depressa demais / / Quem, no coração / Abrigou a tristeza de ver / Tudo isto se perder / E, na solidão / Procurou um caminho e seguiu / Já descrente de um dia feliz / / Quem chorou, chorou / E tanto que seu pranto já secou / / Quem depois voltou / Ao amor, ao sorriso e à flor / Então tudo encontrou / Pois, a própria dor / Revelou o caminho do amor / E a tristeza acabou
Quem acreditou / No amor, no sorriso, na flor / Então sonhou, sonhou… / E perdeu a paz / O amor, o sorriso e a flor / Se transformam depressa demais / / Quem, no coração / Abrigou a tristeza de ver / Tudo isto se perder / E, na solidão / Procurou um caminho e seguiu / Já descrente de um dia feliz / / Quem chorou, chorou / E tanto que seu pranto já secou / / Quem depois voltou / Ao amor, ao sorriso e à flor / Então tudo encontrou / Pois, a própria dor / Revelou o caminho do amor / E a tristeza acabou