jacquesdehe | Re: Solo de Stelas IV

SAUDADE:

do ant. soedade, soidade, suidade < Lat. solitate,
com influência de saudar

s. f.,
lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes
ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver
ou a possuir;

pesar pela ausência de alguém que nos é querido;

nostalgia;

Bot.,
nome de várias plantas dipsacáceas e das respectivas flores;

(no pl. ) lembranças afectuosas a pessoas ausentes;

(no pl. ) cumprimentos.

Franses:

saudade: nostalgie, souvenir, regret de l'absence;

ter saudade do seu país: avoir le mal du pays;

morrer de saudade por alguém: se languir de quelqu'un;

tenho saudade suas: vous me manquez beaucoup;

dar saudades: faire ses amitiés

mandar saudades: envoyer ses amitiés.

* * * * * * * * * * * * *

--- In LinguaFrancaNova@yahoogroups.com, "Antonio Carlos R. da
Fonseca" <acrfonseca@i...> wrote:
> 02/05/05
> Salute Jarley,
>
> Asi la tre lineas de poesia seguinte de Solo de Stelas par Orestes
> Barbosa e Silvio Caldas:
>
> E oji, cuando de sol, se claria
> pleni me caseta povre,
> me cor dole per la fema,
> pijon poca ce ia vola ja.
>
> E hoje, quando do sol, a claridade
> forra o meu barracão, sinto saudade
> da mulher pomba-rola que voou.
>
> And today, when the sun, its brightness
> spreads through my hovel,
> my heart sorrows because the woman,
> little dove that flew away.
>
> Nota:
> Entra ce "Saudade" es un parola sola de portuges, la sentia es
> universal, tota la persones senti el.
> Se LFN va adote "saudade" o no es un demanda abrida a discute, me
> pensa ce ta es bon.
> Como se pote vider, no es fasil mantenir la sentia de la autor per
> fa la tradui de "saudade".
>
> => Tota tradui de solo de stelas ate ora:
>
> Me vive ia es un stadio plen de lus
> Me ia vive portado en oro
> Paliaso de sonias perdidas.
>
> Su campanetas joios e fingente
> sonias  me ia vade cantante
> entra manos colpante e febros de la cores.
>
> Me povre caseta en la culmine de la colina
> Ia es arborin plen de avias cantos
> Tu ia  es la sonia ja finida.
>
> E oji, cuando de sol, se claria
> pleni me caseta povre,
> me cor dole per la fema,
> pijon poca ce ia vola ja.
>
> Minha vida era um palco iluminado
> eu vivia vestido de dourado
> palhaço das perdidas ilusões.
>
> Cheio dos guisos falsos da alegria
> andei cantando a minha fantasia
> entre as palmas febris dos corações.
>
> Meu barracão no morro do salgueiro
> tinha o cantar alegre de um viveiro
> foste a sonoridade que acabou.
>
> E hoje, quando do sol, a claridade
> forra o meu barracão, sinto saudade
> da mulher pomba-rola que voou
>
> My life was a glowed stage
> Always wearing golden garments
> Clown of lost fantasies.
>
> Covered by  fake clownbells of joy
> I used to sing my chimeras
> among the fever clappings of the hearts.
>
> My hovel up on the hill
> Was like a tree full of singing birds
> You were the lost melody.
>
> And today, when the sun, its brightness,
> spreads through my hovel,
> my heart sorrows because the woman,
> little dove that flew away.
>
> Antonio