jacquesdehe | SAUDADE

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Salute,

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Saudade:

do ant. soedade, soidade, suidade < Lat. solitate,
com influência de saudar

s. f.,
lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes
ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver
ou a possuir;

pesar pela ausência de alguém que nos é querido;

nostalgia;

Bot.,
nome de várias plantas dipsacáceas e das respectivas flores;

(no pl.) lembranças afectuosas a pessoas ausentes;

(no pl.) cumprimentos.

Franses:

saudade: nostalgie, souvenir, regret de l'absence;

ter saudade do seu país: avoir le mal du pays;

morrer de saudade por alguém: se languir de quelqu'un;

tenho saudade suas: vous me manquez beaucoup;

dar saudades: faire ses amitiés

mandar saudades: envoyer ses amitiés.

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>  02/05/05
Salute Jarley,

Asi la tre lineas de poesia seguinte de Solo de Stelas par Orestes
Barbosa e Silvio Caldas:

E oji, cuando de sol, se claria
pleni me caseta povre,
me cor dole per la fema,
pijon poca ce ia vola ja.

E hoje, quando do sol, a claridade
forra o meu barracão, sinto saudade
da mulher pomba-rola que voou.

And today, when the sun, its brightness
spreads through my hovel,
my heart sorrows because the woman,
little dove that flew away.

Nota:
Entra ce "Saudade" es un parola sola de portuges, la sentia es
universal, tota la persones senti el.
Se LFN va adote "saudade" o no es un demanda abrida a discute, me
pensa ce ta es bon.
Como se pote vider, no es fasil mantenir la sentia de la autor per
fa la tradui de "saudade".

=Tota tradui de solo de stelas ate ora:

Me vive ia es un stadio plen de lus
Me ia vive portado en oro
Paliaso de sonias perdidas.

Su campanetas joios e fingente
sonias me ia vade cantante
entra manos colpante e febros de la cores.

Me povre caseta en la culmine de la colina
Ia es arborin plen de avias cantos
Tu ia es la sonia ja finida.

E oji, cuando de sol, se claria
pleni me caseta povre,
me cor dole per la fema,
pijon poca ce ia vola ja.

Minha vida era um palco iluminado
eu vivia vestido de dourado
palhaço das perdidas ilusões.

Cheio dos guisos falsos da alegria
andei cantando a minha fantasia
entre as palmas febris dos corações.

Meu barracão no morro do salgueiro
tinha o cantar alegre de um viveiro
foste a sonoridade que acabou.

E hoje, quando do sol, a claridade
forra o meu barracão, sinto saudade
da mulher pomba-rola que voou

My life was a glowed stage
Always wearing golden garments
Clown of lost fantasies.

Covered by fake clownbells of joy
I used to sing my chimeras
among the fever clappings of the hearts.

My hovel up on the hill
Was like a tree full of singing birds
You were the lost melody.

And today, when the sun, its brightness,
spreads through my hovel,
my heart sorrows because the woman,
little dove that flew away.

Antonio